Processador movido a upgrade por software

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Processador movido a upgrade por software

Joatan Fontoura
Joatan Fontoura
Estudante de tecnologias. Trabalha na área de TI, adora todo o tipo de gadgets e nas horas vagas tenta ser twitteiro e blogueiro.

4 Comentários

  1. O que eu acho? Depende. Por um lado, vai ser bom porque não precisará mecher no hardware para "upar". Mas, é chato saber que você tem um hardware potente ali operando em modo reduzido por uma bendita burocracia.

    Eu acho que quem quer Core 2 Duo compra Core 2 Duo esperando tudo que um Core 2 Duo pode oferecer, de acordo com o modelo. O mesmo acontece com Core 2 Quad, Core 2 Extreme, i3, i5, i7… Ou seja, cada um compra o que precisa (e pode). Adianda pagar lá pra aumentar 1Mb de cache, se com um pouco mais de investimento você pega além do dobro de memória o dobro da capacidade de processamento?

    Bom, a idéia deles é boa mas… Cá entre nós: software é software… Imagine um processador versão Trial, que funciona só por 30 dias? Ah, para.

  2. É verdade, meu caro!

    Software é software…
    Não se deve misturar as coisas!
    O hardware fica lá no seu "baixo nível", enquanto o software "manda e desmanda" no usuário.

    Bom, de fato a ideia da Intel é interessante, mas é um tanto complicado pra nós que já estamos na área a algum tempo aceitar.
    É fato que tudo gira em torno de lucros, mas, isso fica muito na cara, ao menos eu acho…"ah, você compra um i3 agora, mas pagando mais algumas doletas pode ter um i5 amanhã", por exemplo.

    x D

    Abraços!

  3. Marciano disse:

    Os Pentium são processadores com funções desabilitadas mesmo. Por isso são mais baratos.

    Até onde eu sei essa novidade da Intel é dedicada a empresas autorizadas pela Intel, onde fabricantes poderão acrescentar mais funcionalidade ao processador via software, além de poder atribuir outras funcionalidades, como por exemplo, adicionar software de terceiros.

    Ou seja, o que interessa dessa novidade ao usuário final é apenas a informação.

    Isso só vai encarecer um processador que seria barato. Vai fazer com que paguemos por recursos que as vezes nem nos interessa – já que fabricantes poderão adicionar software de terceiros, que muita das vezes são pagos, e com isso quem paga é o usuário final.

    Em resumo, isso é uma péssima ideia. Não tem nada de interessante, pelo menos para usuário final. Quem compra um pentium não quer um processador caro.

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