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Break Publicitário: A importância das Redes Sociais para as Marcas

Por Joatan Fontoura
Categoria: Curiosidades
maio 24th, 2011
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Provavelmente já devo ter comentado em alguma eventual postagem sobre os projetos da universidade onde estudo.

 

Ah, sim…no meu blog pessoal seguidamente publico sobre esses projetos, algumas vezes servindo como um termômetro para medir o que a galera acha sobre os mesmos e também para expressar minhas ideias sobre. Claro, aproveitando para considerar o fato de que o sentido inicial do #GeekFail era a publicação de gafes tecnológicas, e nos últimos tempos tenho mais publicado sobre qualquer outra coisa ao que seus assuntos raízes…bom, isso já é outra história…

 

Semana passada participei de uma palestra do projeto Break Publicitário, criado pelo núcleo dos cursos na área, a qual, tratava do tema “redes sociais” lá na faculdade.

Basicamente, a ideia foi passar um pouco aos alunos e interessados, o real sentido de uma empresa, mantedora de uma marca famosa ou não, preservar e gerenciar um perfil nesses meios de publicação que estão se fortalecendo cada vez mais.

Os palestrantes Eduardo Axelrud e Fabiano Goldoni inicialmente apresentaram o significado de uma rede social, definindo as mesmas como “qualquer ambiente digital onde os usuários podem possuir um perfil e compartilhar informações”, segundo Goldoni.

Em uma pesquisa feita pelos próprios entre as mais de 400 pessoas presentes no auditório, os dados mostram que grande parte dos presentes utilizam com frequência o Facebook, e menos de 2% o Orkut. A explicação da dupla para o ainda persistente crescimento do Orkut no Brasil é a recém chegada da classe C na rede.

Agora, visando o lado corporativo nas mídias sociais, o que foi o tema foco da palestra, Fabiano comentou que não existe tempo para uma empresa entrar nas redes sociais, mas sim, como entrar. Por menos que se pode esperar, os consumidores estão tão ativos nos últimos tempos nesses novos canais de comunicação, fazendo com que determinada marca esteja na “boca do povo” muito antes dos gestores da citada perceberem.

Consequentemente, a liberdade e a segunrança que tratar de discussões quanto a qualidade de produtos nas mídias sociais tem trazido aos consumidores, é surpreendente. Hoje as pessoas podem jogar de “igual para igual” com grandes grupos corporativos, medindo forças, onde o único diferencial pode ser a abrangência na área de publicidade que as grandes marcas podem conseguir.

O velho ditado “para que se tem duas orelhas e uma boca” pode ser facilmente aplicado na presença das marcas nas redes socias, comentou Goldoni. Porém, porque não pode-se aplicar essa analogia aos consumidores também? Sair reclamando de tudo sem analisar a situação antes, nem sempre pode ser bom…

Casos já conhecidos do “poder” que os consumidores tem perante o mercado, fazendo uso das ferramentes digitais foram relembrados, assim como, a conhecida briga dos jornalistas (representando as mídias tradicionais) e dos blogueiros (representando as mídias 2.0).

Enfim, os meios de publicação 2.0 ainda tem muito para evoluir, pois, bem sabemos que os tradicionais são levados como principais, como sempre foram, e podem continuar por um bom tempo. A ideia de ocorrer uma fusão ou qualquer coisa diferente do complemento que um exibe ao outro atualmente, é de se ficar com receio em afimar, até porque, quem pode prever o futuro? Ainda mais nos tempos atuais…

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Estudante de tecnologias. Trabalha na área de TI, adora todo o tipo de gadgets e nas horas vagas tenta ser twitteiro e blogueiro.

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